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Segunda, 21 de Outubro de 2024
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Entenda a importância do diagnóstico precoce da doença renal crônica

Doença afeta aproximadamente uma a cada dez pessoas adultas no Brasil Doença afeta aproximadamente uma a cada dez pessoas adultas no Brasil Imagem: fizkes | Shutterstock

Um estudo recente da Universidade Stanford, publicado no final de maio, ressalta a importância da triagem para a doença renal crônica. De acordo com estimativas da Sociedade Brasileira de Nefrologia, essa doença afeta aproximadamente uma em cada dez pessoas adultas no Brasil.

No entanto, o prognóstico da doença, que costuma ser fatal e onerosa, poderia ser melhorado se todos realizassem exames de triagem a partir dos 35 anos para identificar problemas renais. “A triagem para doença renal crônica envolve o teste de albuminúria, a presença de albumina, um tipo de proteína, na urina. Sua presença na urina é um indicador de doença renal”, explica a Dra. Caroline Reigada, médica nefrologista, especialista em Medicina Interna e Nefrologia.

Aumento dos casos de doença renal crônica

Conforme explica a médica, a cada ano, 20 mil brasileiros entram em hemodiálise, um tratamento que limpa e filtra o sangue, fazendo o trabalho do rim do paciente diagnosticado com doença renal crônica. “O aumento da incidência da doença é impulsionado principalmente pela alta prevalência de comorbidades que lesam os rins, como obesidade, hipertensão e diabetes. Além disso, populações mais idosas tendem a sofrer mais com esse problema, quando a incidência aumenta para 46% dos indivíduos acima dos 64 anos”, acrescenta.

Benefícios do diagnóstico precoce

A Dra. Caroline Reigada destaca que o estudo revelou que a triagem em larga escala oferece um custo-benefício melhor, uma vez que medidas iniciais podem ser adotadas para controlar a progressão da doença.

Segundo a médica, identificar a condição o mais cedo possível é fundamental, pois permite tratar a doença de base associada e evitar a necessidade de diálise. Além disso, existem medicações que demonstraram diminuir a progressão da doença renal crônica até o estágio final.

“Também conseguimos agir na dieta e orientamos a vacinação do paciente, fazendo com que ele tenha menos doenças agudas que podem comprometer esse aceleramento para o estágio final”, ressalta a nefrologista.


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